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ATÉ UM DIA...
amigos se calhar esta é a ultima postagem que eu faço por agora. provavelmente estarei ausente, uns dias, meses! não sei !! mas já tenho saudades de vocês. um grande carinho a todos. tony Saudade é solidão acompanhada, tony EM NOME DA LIBERDADE
Parafraseando o célebre título de Goya se é certo que o sono da liberdade tem não é menos certo que a indiscriminação engendra monstros tão ou mais abomináveis. activistas pró-pedofilia acabam de criar a liberalização do sexo com crianças, e do sexo com animais. O NVD (a sigla do partido significa o que dá uma ideia da confiança quer ver reduzida de 16 para 12 anos mas o objectivo a longo prazo do NVD, com restrições etárias, isto é, legalizar o sexo com crianças Os pedófilos holandeses "como se fossem criminosos" e defendem ainda com animais (crias incluídas, presume-se). fazem uma reserva o "abuso" deve ser criminalizado, que sexo com animais sim, mas apenas se o bicho Eis uma boa ideia para os pedófilos portugueses, Figuras gradas não lhe faltariam, (JORNAL DE NOTICIAS POR OUTRAS PALAVRAS) MANUEL ANTÓNIO PINA
LUSITÂNIA NO BAIRRO LATINO
Georges! anda ver meu país de Marinheiros,
O meu país das naus, de esquadras e de frotas! Oh as lanchas dos poveiros
A saírem a barra, entre ondas de gaivotas! Que estranho é! Fincam o remo na água, até que o remo torça, À espera de maré, Que não tarda aí, avista-se lá fora! E quando a onda vem, fincando-a com toda a forca, Clamam todas à urra: «Agora! agora! agora!» E, a pouco e pouco, as lanchas vão saindo (Às vezes, sabe Deus, para não mais entrar...) Que vista admirável! Que lindo! Que lindo! Içam a vela, quando já têm mar: Dá-lhes o Vento e todas, à porfia, Lá vão soberbas, sob um céu sem manchas, Rosário de velas, que o vento desfia, A rezar, a rezar a Ladainha das Lanchas: Senhora Nagonia!
Olha acolá!
Que linda vai com seu erro de ortografia... Quem me dera ir lá! Senhora Daguarda!
(Ao leme vai o Mestre Zé da Leonor)
Parece uma gaivota: aponta-lhe a espingarda O caçador! Senhora d'ajuda!
Ora pro nobis! Caluda! Semos probes! Senhor dos ramos
Istrela do mar! Cá bamos! Parecem Nossa Senhora, a andar.
Senhora da Luz!
Parece o Farol...
Maim de Jesus! É tal e qual ela, se lhe dá o sol!
Senhor dos Passos!
Sinhora da Ora! Águias a voar, pelo mar dentro dos espaços
Parecem ermidas caiadas por fora... Senhor dos Navegantes!
Senhor de Matosinhos! Os mestres ainda são os mesmos dantes -
Lá vai o Bernardo da Silva do Mar, A mailos quatro filhinhos, Vasco da Gama, que andam a ensaiar... Senhora dos aflitos!
Mártir São Sebastião! Ouvi os nossos gritos! Deus nos leve pela mão! Bamos em paz! O lanchas, Deus vos leve pela mão!
Ide em paz! Ainda lá vejo o Zé da Clara, os Remelgados,
O Jeques, o Pardal, na Nam te perdes, E das vagas, aos ritmos cadenciados, As lanchas vão traçando, à flor das águas verdes, «As armas e os varões assinalados...» Lá sai a derradeira!
Ainda agarra as que vão na dianteira,.. Como ela corre! com que força o Vento a impele: Bamos com Deus!
Lanchas, ide com Deus! ide e voltai com Ele
Por esse mar de Cristo... Adeus! adeus! adeus! António Nobre, in Só (1892
tony
ARMA SECRETA
Tenho uma arma secreta
ao serviço das nações.
Não tem carga nem espoleta
mas dispara em linha recta
mais longe que os foguetões.
Não é Júpiter, nem Thor,
nem Snark ou outros que tais.
É coisa muito melhor que todo o vasto teor
dos Cabos Canaverais.
A potência destinada
às rotações da turbina
não vem da nafta queimada,
nem é de água oxigenada
nem de ergóis da furalina.
Erecta, na torre erguida,
em alerta permanente,
espera o sinal da partida.
Podia chamar-se VIDA.
Chama-se AMOR, simplesmente.
TONY ANTÓNIO GEDEÃO
MINHA CULPA
Minha culpa Sei lá! Sei lá! Eu sei lá bem Quem sou? Um fogo-fátuo, uma miragem... Sou um reflexo... um canto de paisagem Ou apenas cenário! Um vaivém Como a sorte: hoje aqui, depois além! Sei lá quem sou? Sei lá! Sou a roupagem De um doido que partiu numa romagem E nunca mais voltou! Eu sei lá quem!... Sou um verme que um dia quis ser astro... Uma estátua truncada de alabastro.. Uma chaga sangrenta do Senhor... Sei lá quem sou?! Sei lá! Cumprindo os fados, Num mundo de maldades e pecados, Sou mais um mau, sou mais um pecador... tony Florbela Espanca
A UM AMOR...
O "adeus" de Teresa
A vez primeira que eu fitei Teresa, Como as plantas que arrasta a correnteza, A valsa nos levou nos giros seus E amamos juntos E depois na sala "Adeus" eu disse-lhe a tremer co'a fala E ela, corando, murmurou-me: "adeus." Uma noite entreabriu-se um reposteiro. . . E da alcova saía um cavaleiro Inda beijando uma mulher sem véus Era eu Era a pálida Teresa! "Adeus" lhe disse conservando-a presa E ela entre beijos murmurou-me: "adeus!" Passaram tempos sec'los de delírio Prazeres divinais gozos do Empíreo ... Mas um dia volvi aos lares meus. Partindo eu disse - "Voltarei! descansa!. . . " Ela, chorando mais que uma criança, Ela em soluços murmurou-me: "adeus!" Quando voltei era o palácio em festa! E a voz d'Ela e de um homem lá na orquesta Preenchiam de amor o azul dos céus. Entrei! Ela me olhou branca surpresa! Foi a última vez que eu vi Teresa! E ela arquejando murmurou-me: "adeus!"
Castro Alves
Tony SESSENTA ANOS DE BIKiNI
Bikini é sinónimo de explosão nuclear!
Criado em 1946 por um engenheiro mecânico francês, recebeu o nome do atol Bikini,no Pacifico, onde os americanos faziam experiências atómicas. Considerado imoral,e banido,transformou-se rapidamente na arma das feministas em luta. Sessenta anos depois,ninguém acredita que só há algumas décadas é »legal» vesti-lo numa praia Portuguesa.
Louis Reard herdou uma loja de lingerie E Reard não se enganava: a sua proposta
publ noticias magazine tony
SER POETA (PERDIDAMENTE)
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior É ter de mil desejos o esplendor É ter fome, é ter sede de Infinito! E é amar-te, assim, perdidamente...
SEM TITULO...
Tenho o olhar preso aos ângulos escuros da casa SE TU VIESSES VER-ME
florbela espanca A TODAS AS MÃES...
COMO SE ESTIVESSE APAIXONADO
RETRATO DE UM AMOR
A MINHA CIDADE
Porta de entrada e centro vital do Norte, cabeça do território de onde Portugal nasceu e teve nome, esta é a cidade orgulhosa de si, leal e indomável - segundo o próprio brasão. O Porto é a cidade dos contrastes: burguesa e cosmopolita, conservadora e inovadora, individualista, familiar e comunicativa, ribeirinha e atlântica, minhota-duriense e europeia. A cidade dos reencontros: tempo e memória, continuidade e mudança, intimidade e fascínio
A GENTE DO PORTO O Porto orgulha-se de ser conhecido como a cidade do trabalho. De facto, os seus habitantes desde sempre estiveram na primeira linha em defesa das causas nacionais e contribuíram largamente para o desenvolvimento da epopeia dos Descobrimentos e para o progresso económico da região. Ainda hoje o norte do país é reconhecido como uma das áreas mais dinâmicas do tecido empresarial português. A rudeza imposta pelo trabalho é, porém, superada pelo carácter franco e hospitaleiro da sua gente. O dinamismo dos habitantes do Porto não consegue disfarçar a sua paixão pelas coisas, dando-lhe uma imagem da autenticidade e de respeito.
Tem origem num povoado pré-romano. Na época romana designava-se Cale ou Portus Cale, sendo a origem do nome de Portugal. Desempenhou um papel fundamental na defesa dos ideais do liberalismo nas batalhas do século XIX. Aliás, a coragem com que suportou o cerco das tropas miguelistas durante a guerra civil de 1832-34 e os feitos valerosos cometidos pelos seus habitantes valeram-lhe mesmo a atribuição, pela rainha D. Maria II, do título – único entre as demais cidades de Portugal – de Invicta Cidade do Porto (ainda hoje presente no listel das suas armas), donde o epíteto com que é frequentemente mencionada por antonomásia - a «Invicta»). O vinho do Porto é um produto sobejamente apreciado pelo mundo produzido nas encostas do rio Douro é o produto da cidade mais conhecido internacionalmente. Como pontos turísticos destacam-se a Torre dos Clérigos, da autoria de Nasoni, e a Fundação de Serralves, um museu de arte contemporânea. O Centro Histórico é património da humanidade, classificado pela UNESCO. Foi capital europeia da cultura em 2001 e acolheu vários jogos do Europeu de Futebol de 2004, nomeadamente o jogo de abertura. esta é e será sempre a minha cidade...
![]() A MINHA AMANTE
Dizem que eu tenho amores contigo! CURIOSIDADES ESTÉTICAS O mais importante na vida
É ser-se criador – criar beleza. Para isso, É necessário pressenti-la Aonde os nossos olhos não a virem. Eu creio que sonhar o impossível É como que ouvir uma voz de alguma coisa Que pede existência e que nos chama de longe. Sim, o mais importante na vida É ser-se criador. E para o impossível Só devemos caminhar de olhos fechados Como a fé e como o amor. (ANTÓNIO BOTTO) ENFIM SÓS
Entre quatro paredes
finalmente nos entregamos, nos curtimos, nos amamos, saciamos tantas "sedes"! No ouvido ecoa ainda a doce melodia
que marcou aqueles momentos de alegria desvairada. Na retina, imagens da cama e de roupas pelo chão atiradas, símbolos da imortalização de nossas fantasias! Errado ou direito,
tudo que ali "rolou", só a dois diz respeito, eu e você, somente a nós! Hoje posso dizer que estou feliz,
não me arrependo de nada do que fiz. Foi sublime o nosso "ENFIM SÓS"! (a d) MISTERIO
Começa...
É PORTUGUESA
DULCE PONTES Dulce Pontes é uma das mais celebradas cantoras da atualidade em Portugal. Dona de uma voz forte e de um estilo único, a franzina cantora nasceu em 08 de abril de 1969 no pequeno vilarejo português de Montijo. Desde pequena, Dulce Pontes dedicou sua vida aos estudos artísticos, tendo sido matriculada, aos sete anos de idade, no Conservatório Nacional de Lisboa. Sua estréia nos palcos foi no musical "Enfim Sós", sucesso de 1988 para o qual ela foi indicada após ter sido selecionada em uma audição para trabalhos em publicidade pelos Estúdios Namouche. Depois disso, Dulce Pontes participou de diversos outros espetáculos musicais e programas de televisão em Portugal, até que, em 1991, ela foi agraciada com o prêmio principal do Festival da Canção, bem como o prêmio de melhor interpretação, com o tema "Lusitana Paixão", título também de seu primeiro álbum. No mesmo ano, Dulce Pontes representou Portugal no Eurovision Song Contest, obtendo o oitavo lugar, melhor colocação até então obtida por um artista português. canções povo que lavas no rio http://dulcepontes.net/fotos/downloads/Povo_que_lavas_no_rio.wmv o amor a portugal http://dulcepontes.net/fotos/downloads/O_amor_a_Portugal.wmv canção do mar o primeiro canto brisa do coração http://dulcepontes.net/fotos/downloads/Brisa_do_coracao.wmv o mar e tu http://dulcepontes.net/fotos/downloads/O_mare_e_tu.wmv fado portugues http://dulcepontes.net/fotos/downloads/Fado_portugues.wmv
Dulce Pontes é uma verdadeira embaixadora da cultura portuguesa. Uma voz notável, aclamada por todo o mundo, que já gravou ou actuou com nomes como Carlos Nuñez, Daniela Mercury, Cesária Évora ou Caetano Veloso. Uma intérprete de eleição que atingiu uma popularidade e um reconhecimento insuspeitos, sobretudo para quem se recorda das suas primeiras apresentações ao vivo, em programas de televisão e espectáculos de teatro. Alguns chamaram-lhe a herdeira de Amália; mas, se Amália é insubstituível, tal como ela, a voz de Dulce Pontes transcende géneros, categorias, gavetas, para se tornar num bem precioso que a todos pertence e que, sendo de Portugal, pertence a todo o mundo.
A MINHA HOMENAGEM A UMA SENHORA...
CORES DE AMOR
Tocou o meu corpo Seus dedos... Eis-me aqui E assim, Sou todo verde a d
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